English Portuguese

A Ata Brasil Real


Em meados de 2004, surgiu com base em Fortaleza-CE a Atlântico Linhas Aéreas que adotava o nome comercial de ATA Brasil. Em entrevista a Folha de São Paulo, o presidente da companhia na época, Luiz Henrique Piauhylino Monteiro, informou que empresa segueria o modelo "Low Cost, Low Fare", implementado pela GOL Linhas Aereas anos antes e que foi um sucesso. Mas que não queria tirar o espaço de ninguém, e sim explorar um nicho que nenhuma na época explorava, e que tinha demanda. Voos ligando Nordeste x Rio, e Nordeste x São Paulo.
A ATA Brasil, ganhou licitação do ECT (Empresa de Correios e Telégrafos), e iniciou operação de um Boeing 727-200 (727-224/Adv(F)), PR-GMA. Operou carga em alguns voos ligando Porto Alegre, Recife, Belo Horizonte, Manaus à São Paulo. Mas a rota que a companhia mais operou até parar de voar foi Goiânia-São Paulo-Goiânia.

 

A aeronave saia por voltas das 21hrs de Goiânia e retornava ao amanhecer, operando no RPN (Rede Postal Noturna). Nosso coloborador Gustavo Maia, voou uma vez esse bate-volta até São Paulo e fez alguns belos registros do 727 da ATA Brasil.

 


Além do braço cargueiro da companhia, a ATA Brasil investiu no mercado de voos charters e arrendou 3 Boeings 737-200 (1 B737-204C, e 2 B737-200). O único Boeing 737-200C (Passageiro e Carga), PR-MGA, da frota, ficou baseado em Campo Grande (CGR) e fazia voos na RPN para os correios até São Paulo (GRU).
A ATA Brasil baseava o outro 737-200, PR-LSW, em Fortaleza-CE. Ele foi pintado, mas nunca chegou a voar nas cores da companhia.
E por último, encomendou o terceiro e último 737-200 da companhia, que viria do Reino Unido, porém, este foi pintado, mas nunca voou também. Prefixo da aeronave ainda era TF-ELL.